Riscos Psicossociais – Teletrabalho

Os riscos psicossociais manifestam-se num conjunto de consequências nefastas quer para o trabalhador (doenças físicas, dores musculares e articulares, dores de cabeça, problemas cardiovasculares ou hipertensão; e doenças mentais, como a depressão ou o burnout) quer para o empregador e as organizações (absentismo, presentismo, diminuição da produtividade e da qualidade do trabalho, conflitos e degradação do clima de trabalho).

Esta perda de mão-de-obra qualificada tem um impacto significativo nas empresas e pode resultar em custos devido a substituições, formação e aumento das pensões. As pessoas com problemas de saúde mental que se mantêm a trabalhar também podem afetar a rendibilidade da empresa.

A forma como o trabalho é concebido, organizado e gerido é fundamental para uma boa saúde mental. As tarefas devem ser planeadas para poderem ser realizáveis, serem seguras de se realizar e (na medida do possível) serem compensadoras para a pessoa que as realiza. 

As estruturas organizativas devem ser concebidas de forma a promoverem um resultado operacional eficaz, evitarem ambiguidades desnecessárias e distribuírem o volume de trabalho de forma proporcional.

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