Avaliação de Solos em Operações Urbanísticas (fase de projeto)

A avaliação de solos em projetos urbanisticos assume nos dias de hoje uma importância acrescida. No âmbito do desenvolvimento de um projeto imobiliário, caso existam indícios de que os solos se encontram contaminados com substâncias de risco para a população e para o ambiente, é obrigatório proceder a uma avaliação da respetiva perigosidade. Assim, a avaliação da qualidade do solo (avaliação da presença de contaminantes) deve ser feita, por precaução, por iniciativa do próprio para que todo o cronograma do projeto possa ser cumprido sem que surjam imponderáveis. Ver site da APA

Desta forma, se, no âmbito do estudo for detetada contaminação, todos os procedimentos são implementados atempadamente. Assim é possivel minimizar o seu impacto tanto em termos do ritmo do projeto como dos custos inerentes à resolução do problema.

A ETP defende que a antecipação desta necessidade é fundamental.

  • Caso se verifique que os solos estão isentos de contaminação, estamos em presença de boas notícias!
  • Se, durante a escavação surgirem indícios de contaminação, todo o projeto sofre um atraso considerável (mínimo 2 meses) pois passa a ser necessário fazer um estudo de contaminação e obter junto da CCDR o alvará de descontaminação. Quando o problema surge já nesta fase, o tempo urge e as decisões a tomar nem sempre são as que permitem otimizar custos pois a “entropia” e a pressão são bastante maiores.

A ETP detem um sólido know-how nesta área, fruto dos inúmeros projetos já realizados. Este know how, resultante dos estudos realizados e dos projetos de descontaminação submetidos às autoridades com sucesso, assegura que o processo é gerido com profissionalismo e segurança. Pela sua sensibilidade, este é um tema que deve ser gerido com todas as precauções pelas suas eventuais repercussões mediáticas e pelos custos associados.

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